Centralidade emergente e (re)configuração espacial em Samambaia, Distrito Federal
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Palavras-chave

Samambaia
Sintaxe Espacial
morfologia urbana
centralidade
Distrito Federal

Como Citar

ALVES EUZÉBIO, V.; CAMPOS GURGEL, A. P. Centralidade emergente e (re)configuração espacial em Samambaia, Distrito Federal. Revista de Morfologia Urbana, [S. l.], v. 14, n. 1, 2026. DOI: 10.47235/rmu.v14i1.520. Disponível em: http://revistademorfologiaurbana.org/index.php/rmu/article/view/520. Acesso em: 26 set. 2026.

Resumo

Samambaia, Região Administrativa XII (RA XII), apresenta padrões morfológicos e de uso e ocupação do solo que podem ser observados em outras RAs do Distrito Federal, as quais também passaram por um processo histórico de rápido adensamento atrelado à realocação de ocupações para o entorno do Plano Piloto de Brasília. A Sintaxe Espacial (SE), proposta por Hillier e Hanson (1984), é um referencial teórico-metodológico que possibilita a tradução do espaço em uma rede de eixos que revelam dinâmicas potenciais de uso do espaço. Ao processar as bases cartográficas históricas e atuais de Samambaia, se obtém um arcabouço de séries históricas axiais que revela como elementos do projeto urbano, como os Espaços Livres de Uso Público (Elups), seu Centro Urbano, e suas Avenidas Estruturantes foram apropriadas. Os resultados apresentam o ano de 1991 como articulador entre uma morfologia de canteiro de obras urbano (presente no ano de 1986) e a cidade consolidada. Esse achado associa-se a outro: que a presença recorrente de deslocamentos informais por meio de lotes ou áreas públicas subutilizadas, em maior ou menor intensidade, é fator determinante para o deslocamento em escala local e à constituição dos valores de Integração Global (HHRn) e Choice.

https://doi.org/10.47235/rmu.v14i1.520
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